Vivemos em uma era tecnológica que se expande cada vez mais, podemos nos conectar com o mundo inteiro e colher informações em questão de segundos. É mágico perceber o que a tecnologia tem feito, por outro lado, quando falamos em notícias que são transmitidas pela internet, também pensamos nas famosas “fake news”.

A internet virou o principal veículo de informação, entretanto, como é uma forma de comunicação instantânea, há maior possibilidade da popularização de conteúdos falsos. Em um curto espaço de tempo, há um grande número de entrega de notícias que se espalham como verdades e podem gerar terríveis consequências.

Quantas vezes já ouvimos falar: “se está na internet, é verdade”? Uma frase que está longe de ser correta. A complicação maior é que, muitas vezes, por mais que hajam avisos de que as notícias recebidas são falsas, as pessoas se agarram naquela informação devido ao benefício e ao conveniente que podem lhes trazer.

Houve um aumento ainda acelerado de divulgação de notícias falsas por todo o país nos últimos tempos. O problema é que as “fake news” ainda não se constituem como crime, embora já existam projetos de lei em tramitação. No entanto, podem existir crimes que estão atrelados ao fato, como injúria, calúnia ou difamação, que devem ser investigados.

Para o combate à desinformação e não propagação de notícias falsas através da internet, são necessárias estratégias que possam detê-las. Isso já tem sido posto em prática em alguns aplicativos de comunicação (redes sociais), mas cada indivíduo deve fazer sua parte.

No caso de dúvidas quanto à veracidade da notícia compartilhada, seja responsável por verificar a fonte, antes de tê-la como real e passar adiante. Além disso, é bom verificar se outros veículos de comunicação confiáveis já divulgaram tal informação, para que se confirme a veracidade dos fatos. Títulos muito sensacionalistas também podem ser perigosos, é bom estar atento às notícias que beiram ao absurdo, além do acesso através de links desconhecidos.

Por fim, sabemos que nem tudo que se lê é verdade, não seja disseminador da desinformação. Liberdade de expressão, sim. “Fake news”, não!

Colunista da Aplitech Foundation

Lidianne Farias – Mestra em Engenharia Civil e Ambiental, Especialista em Planejamento, Gestão e Controle de Obras, Engenheira Civil.”A mente que se abre a uma nova ideia, jamais voltará ao seu tamanho original”.

2 Replies to “O papel da internet na disseminação de notícias falsas”

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